Mostrando postagens com marcador Perfil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Perfil. Mostrar todas as postagens

26 de jun. de 2019

Impala Rollerskates - Marawa Rose Gold



Lembram dos patins Impala? Falei sobre eles aqui. E da Marawa the Amazing, lermbram dela??
A parceria Impala+Marawa, chama-se Rose Gold, e na minha opinião é uma das cores mais baphos ever!
Holográfico e ainda rosé.
Os patins são importados, e estão em pré-venda no site oficial da marca por USD 119.

Vamos aos detalhes:







O Rose Gold é um patins de lazer com base e trucks de alumínio, freio fixo em PU, bota acolchoada em vinil, rodas incrivelmente lindas com estilo marmorizado de 58mm e dureza de 82a, rolamentos Abec 7 e é totalmente vegano.

Um luxo!


11 de jul. de 2017

Ashley Wagner na Body Issue 2017



A americana ESPN acaba de lançar a edição da revista "Body Issue" deste ano, onde tradicionalmente atletas posam nus e são entrevistados. Em suas belíssimas fotos, a atleta americana de 26 anos de idade, Ashley Wagner aparece nua no gelo. Na entrevista, ela fala sobre contusões, carreira, longevidade e sobre seu corpo.


"A patinação artística, tem este esterótipo de ser um esporte para menininhas, pequenas garotinhas parecidas com bonecas de porcelana. Eu não creio que as pessoas saibam de tudo o que há por trás do esporte, pois eles só vem o produto final. O papel do patinador é fazer com que algo extremamente técnico e difícil, seja executado de maneira graciosa, simples e quase que de esforço imperceptível. Muitas pessoas ficariam surpresas ao ver o treinamento de um patinador artístico de alto rendimento. Estou no gelo seis vezes por semana de 3 a 4 horas por dia no gelo e mais 2 horas em treinamento off-ice. Este esporte é minha vida. Sou obsessiva e perfeccionista"





"Tive 5 concussões ao todo. Em 2009 foi a pior de todas, onde numa queda, caí de costas e meu pescoço e cabeça bateram no solo. Senti a pressão no corpo todo. Tive tremores, mal conseguia andar, tive palpitação. Foi a pior sensação que meu corpo sofreu. Logo após eu teria que iniciar os treinamentos para os Jogos Olímpicos. Foram 3 meses de luta contra mim mesmo."


"Cresci numa família de militares, cresci feito um moleque, nunca gostei de roupas justas e brilho. O que me motivou a patinar foi a velocidade e a sensação estar voando. "



"Fui ao neurologista, cardiologista. Finalmente um Quiropraxista deu uma olhada no meu pescoço e meu mostrou a raiz do problema. Minha vértebra, estava pressionando minha espinha, e era isso que me causava um completo descontrole no meu corpo inteiro. Foram meses de tratamento extremamente doloroso para fortificar meu pescoço e poder colocar minha vértebra no lugar."


"As concussões, afetaram a maneira como meu cérebro processa informações. Minha memória a curto prazo é ruim. Sou como a Dory do filme Procurando Nemo. Isso afeta demais a maneira pela qual decoro minhas coreografias. É sempre um grande desafio."






*Concussão
Lesão cerebral causada por uma pancada na cabeça ou uma agitação violenta da cabeça e do corpo.

17 de jan. de 2017

Margot Robbie - a Arlequina, fica irreconhecível para viver a patinadora Tonya Harding



A atriz australiana Margot Robbie, que recentemente interpretou a famosa vilã dos quadrinhos Arlequina,  passou por uma transformação incrível para interpretar a patinadora norte-americana Tonya Harding (nunca falei dela aqui no blog, sorry) na cinebiografia "I, Tonya", prevista para estrear em 2018. Ela assinou um contrato com a Warner para produzir e desenvolver filmes pela LuckyChap Entertainment, sua produtora.



Bastante lembrada de "Esquadrão Suicida", a atriz foi fotografada com aparência muito diferente da sexy personagem da DC Comics e com os cabelos ondulados para ficar parecida com a ex-patinadora de 46 anos.


A foto acima mostra a atriz caracterizada no set de filmagem. Ficou bem parecida! 
Sobre Tonya Harding

Em 1994, a patinadora Tonya Harding se envolveu em um escândalo, quando seu marido e seu segurança contrataram um bandido para quebrar a perna de Nancy Kerrigan, principal competidora de Harding na época. Trágico!

O visual de Tonya Harding sempre foi diferente das demais patinadoras da época, que eram mais longilíneas e delicadas. Ela tinha pernas grossas e era muito "agressiva" em seus movimentos. Tinha o triple axel mais bonito, na minha opinião.
Claro, que a história da patinadora não se resume a só isso, porém este, que foi o maior escândalo da história da patinação, ofuscou totalmente o talento que a atleta sempre teve.

Estou ansiosa pra saber quem fará as cenas de competições; quem será dublê no rinque?

Estreia no Brasil? Oremos!

29 de ago. de 2015

Kiira Korpi despede-se das competições

Mais uma atleta que se despede de competições neste ano.
Kiira Korpi, anunciou nesta semana sua retirada dos rinques. 

Na minha opinião a mais linda das atletas da patinação no gelo e sem dúvida a mais elegante. 

Desenterro então aqui, um slide  antigo que fiz bem no ínício do blog, com belíssimas fotos desta grande atleta, que ao longo dos 20 anos de carreira brilhou no gelo e conquistou fãs em todo o mundo.









21 de mar. de 2015

Entrevista com Amanda Kalluf





Conversei com a jovem patinadora brasileira Amanda Kalluf, que em Dezembro passado estreou em competições internacionais em Tallin, na Estônia.
Foram 42 competidores, a Amanda de 12 anos competiu na categoria basic novice, ficando com a 24o colocação. Ela é mais uma promessa da nova geração de patinadores do gelo que podem representar o Brasil.

A Amanda fez parte da 1a turma de atletas brasileiros da seletiva da CBDG que aconteceu no ano passado, lembram? Ela treinou ao lado de Giulia Flemming, Luís Manela, Isadora Williams e Karolina Calhoun, que esteve recentemente aqui no Brasil

Agradeço antecipadamente a mãe da atleta, a brasileira Ana Kalluf, por ter autorizado a entrevista:


Conte-me quando começou a patinar e como são os seus treinos e preparação? 

Eu comecei a ir as arenas de patinação com aproximadamente 3 anos e meio de idade, por pura diversão, já que o inverno é longo aonde moro no lado leste dos Estados Unidos, aqui é uma prática comum de recreação.
Desde que me classifiquei para a competição em Tallinn na Estônia, a rotina no gelo se manteve diária, 6 vezes por semana, entre os meus três treinadores, sendo Kristen Fraser-Lukanin, que me acompanha em todas as competições, Igor Lukanin, treinador de footwork e Vitaliy Danuchenko, treinador de saltos, os mesmos acontecem pela manhã antes de eu ir para escola. Além das atividades fora do gelo, como ballet, alongamento, off ice, etc, que se realizam na parte da tarde.
Próximo a competições eu treino no gelo por dois períodos, manhã e tarde.
Mas parece que a dinâmica dos meus treinos será alterada, ainda não sei exatamente como.

Quando e como surgiu a oportunidade de representar o Brasil?

O ponta pé inicial com o Brasil foi a Clínica de Atletas Brasileiros em Nova Jersey no ano passado oferecida pela CBDG, aonde fui aprovada, depois dela participei de algumas competições com relevância em Nova York, Maryland e Nova Jersey, que me classificaram para primeira competição internacional em Tallinn em dezembro de 2014, aonde realmente representei o Brasil pela primeira vez.

Você tem algum tipo de patrocínio ou auxílio financeiro?

Infelizmente nós brasileiros não temos a cultura de patrocinar jovens talentos, assim sendo todos os treinamentos, sejam no gelo, fora do gelo, dança, alongamentos, equipamentos, viagens, etc, só acontecem porque meus pais acreditam em mim e lutam ao meu lado, tudo é custeado pelos meus pais, não conto com absolutamente nenhuma bolsa, patrocínio governamental, privado ou afins. Patrocínios são necessários para a melhoria do rendimento dos atletas e os sonhados resultados finais. O Brasil possui os melhores do mundo na patinação artística sobre rodas.

E você já patinou sobre rodinhas?

Sim, Já patinei sobre rodinhas e achei muito divertido.

Quais elementos você tem mais dificuldade e quais mais gosta de executar (por exemplo hydroblade, twizzles, algum salto específico)

Eu adoro patinar então é difícil escolher o que gosto mais, acho que meu footwork é bom, pois tive a nota máxima na competição em Tallinn.
Saltar é o que mais gosto de fazer, mas como todos os patinadores preciso treinar e treinar sempre para saltar bem.
Preciso ser mais flexível para alguns movimentos.

Quais são as suas referências ou ídolos na patinação?

Tenho uma grande admiração por um dos meus primeiros treinadores de salto Timothy Goebel, primeiro atleta fazer o salto quádruplo em uma Olimpíada, conquistando a medalha de bronze em 2002 em Salt Lake City, ano em que nasci.
A Isadora Williams passou ser uma grande referência minha na vida desportiva.

Você conquistou no ano passado dois títulos com resultados significativos. Quais são seus próximos objetivos? O que espera da temporada 2015?

O modelo de competições que costumava fazer tem sido modificado, os meus treinadores trabalham com objetivos claros para cada atleta de alto rendimento. Como os resultados na competição em Tallinn foram superiores as suas expectativas, na última sexta feira os mesmos informaram a minha família que a rotina de treinos seria modificada. Participarei de uma série de competições nos Estados Unidos com objetivo de qualificar para a competições da ISU em outubro na Bielorússia, e ao mesmo tempo estou sendo preparada para participar do primeiro Grand Prix.
Esses são os planos para 2015, vamos esperar pelos resultados.
Devido a minha pouca idade não poderei tentar a qualificação em 2015 para a próxima Olimpíada da Juventude em 2016.

Aqui do Brasil acompanhamos a clínica da CDBG que contou com a presença de Isadora Williams, Luiz Manella, Maria Eugênia Lopes, Karolina Calhoun e Giulia Flemming , pode nos dar detalhes dessa sua experiência, já que era a caçula do grupo? 

Foi uma experiência ímpar e transformadora na minha vida, além de ter o benefício de patinar ao lado daqueles que podem representar o Brasil, a oportunidade de estar junto, aprender e tentar me espelhar com quem lutou e chegou ao topo; aonde todo atleta deseja ir como a Isadora Williams; foi um privilégio.

Por fim, uma mensagem para os patinadores brasileiros que sonham em representar o Brasil na patinação artística no gelo.

Acho que tão importante quanto conseguir chegar nos objetivos que traçamos nas nossas vidas é se divertir e aproveitar a trajetória para os mesmos.
Sonhar e o primeiro passo para qualquer conquista.




É ou não é uma fofa?


Fica aqui o meu apoio e torcida! Boa sorte!!

30 de jan. de 2014

Entrevista da atleta Isadora Williams







Nascida nos Estados Unidos, Isadora traz o Brasil no seu coração. Isso porque sua mãe, Alexa Williams, nasceu em Minas Gerais. Com dupla nacionalidade, viu no seu país verde e amarelo o sonho de sua vida. Disputar as Olimpíadas de Inverno e levar a bandeira do Brasil para Sochi, na Rússia.

 A patinadora pratica o esporte desde os quatro anos de idade, quando pediu para seus pais a levarem em uma pista de gelo pública em sua cidade natal, em Marietta, Georgia-EUA. Depois das primeiras “deslizadas”, foi paixão a primeira vista. Isadora pediu para seus pais a botarem em aulas particulares e, a partir dali, construiu uma carreira vencedora. Mesmo com apenas 17 anos, já disputou o Mundial Júnior, conquistou a medalha de bronze no troféu Golden Spin 2012, foi 5ª colocada no Campeonato Internacional Clássico, e conquistou a última vaga para as Olimpíadas de Inverno, se tornando a primeira patinadora artística a representar o nosso país na história da competição.
Com a ajuda da mãe, Isadora consegue conversar em Português, língua que ela falava fluente até os sete anos. “Parei de praticar e acabei esquecendo um pouco. Mas sempre que vou ao Brasil, tento conversar bastante para praticar a língua”, disse a jovem que já veio a sua pátria amada em três oportunidades.
Sobre o Brasil, Isadora sabe bastante coisa. Principalmente em relação ao esporte. Tem como ídolos o nadador César Cielo e a judoca Sarah Menezes, atleta em quem se inspira. “A Sarah tem uma história parecida com a minha. Começou desde cedo no esporte dela e abdicou muita coisa da sua infância por um sonho. Espero seguir o exemplo dela e conquistar meus objetivos na patinação artística”, disse a jovem.
Focada nos jogos olímpicos, a representante brasileira da Patinação Artística tem metas traçadas. A primeira delas é passar para as finais da competição. Na primeira coreografia, de 30 atletas, 24 passam para a fase final, chamada de Patinação Livre. “Quero agradecer muito a todas as pessoas que estão torcendo por mim. Prometo me empenhar bastante para representar o Brasil da melhor maneira possível”, finalizou Isadora.
Confira o bate papo completo com Isadora Williams
1-    Como e por que começou a praticar esportes?
Meus pais sempre gostaram de assistir Patinação no Gelo e um dia eles me levaram a uma pista de gelo pública quando eu era muito pequena.
2- Qual foi a primeira modalidade que praticou?
Patinação no Gelo foi, na verdade, o primeiro esporte que eu tentei. Andei a primeira vez com quatro anos de idade e continuei desde então. Depois disso ainda tentei outros esportes, como Tênis, Futebol e Dança.
3- Como chegou à modalidade atual?
Depois de patinar pela primeira vez na pista pública de gelo da minha cidade natal, eu implorei para os meus pais me inscreverem em aulas de grupo. Pratiquei o esporte por algum tempo e avancei para aulas particulares.
4- Qual o melhor momento da carreira?
Um dos melhores momentos na minha carreira foi quando eu ganhei a medalha de bronze no Troféu Golden Spin, em Zagreb na Croácia, em 2012, e tive a 
oportunidade de dividir o pódio com a italiana Carolina Kostner, campeã mundial em 2012. O outro foi em 2013 no Troféu Nebelhorn, em Oberstdorf na Alemanha, onde eu me classifiquei para os Jogos Olímpicos de Sochi.
5- E o pior?
Quando eu machuquei meu tornozelo e não pude patinar por um período. Levou um tempo para eu me recuperar da lesão e isso foi muito difícil para meu psicológico.
6- O que mais gosta no seu atual esporte?
Eu amo poder criar uma coreografia com músicas que ressaltem a mim e meus pontos fortes.
7- O que menos gosta?
O stress e os nervos a flor da pele que vêm com a competição.
8- Quais os objetivos na carreira?
Acho que o meu primeiro objetivo foi ser a primeira brasileira a classificar para os Jogos Olímpicos de Inverno na patinação artística. Felizmente eu alcancei isso trabalhando forte com a ajuda dos meus técnicos, familiares e treinadores.
9- Qual a sua principal característica como atleta?
Eu acho que uma característica positiva sobre mim, como atleta, é que eu nunca paro de treinar até conseguir superar as minhas expectativas. Eu nunca vou praticar no gelo sem vontade de fazer aquilo.
10- Qual o seu ponto forte?
Eu acho que meus pontos fortes são os saltos triplos. Eu tenho isso em meus programas.
11- E o principal objetivo nos Jogos Olímpicos Sochi?
Meu principal objetivo para Sochi é me qualificar para o programa longo.
12- Escolaridade?
Estou no ultimo ano do ensino médio na Briar Woods High School.
13- Tem algum hobby?
Eu amo cozinhar e praticar Yoga.
14- O que gosta de fazer quando não está treinando ou competindo?
Quando eu não estou treinando ou competindo eu gosto de apenas relaxar e passar um tempo com meus amigos.
15- O que pretende fazer quando encerrar a carreira?
Eu amaria estudar dietética e nutrição esportiva. 




FONTE Maurício Martins - Jornalista CBDG

5 de set. de 2013

5 de Setembro - aniversário de Yuna Kim

 Alguns a amam, outros a odeiam.
O talento da sul-coreana Yuna Kim é indiscutível. A quantidade de títulos internacionais e altíssimas pontuações, mal cabem neste post.

Porém, algo que chama a atenção na atleta é a sua falta de carisma fora dos rinques. A apatia da moça chega a dar sono. Será que todo coreano é assim? Talvez...

As apresentações da Kim, na minha opinião, são extremamente teatrais. São caras e bocas de sofrimento. Tudo perfeito, saltos agressivos e patinação suave. Lindo, mas parece falso...não sei, opinião dessa que vos escreve. Ela quase não ri, ela nunca chora.

Um documentário recente (vídeo logo abaixo) mostra um pouco da carreira da atleta, suas conquistas, suas escolhas, etc.



Porém, um documentário que vale a pena ser visto. Fala sobre a pressão que um atleta deste nível sofre ao longo do tempo e sobre todo o background do glamour da vida de um patinador de alto nível.

No gelo, com certeza, a atleta serve de inspiração!

Parabéns Yuna Kim, pelos seus 23 anos de idade!




10 de ago. de 2013

Salto alto com rodas ou patins de salto alto?

A postagem no Facebook deu o que falar, pois ninguém, incluindo esta que vos fala, acreditou que fosse possível andar num sapato de salto com rodas, ou num patins de salto alto, tanto faz...



Rá!!!! Achei a dona desses pezinhos! A Cinderela sobre rodas:

Marawa The Amazing, este é o nome da artista que tem o talento de andar sobre rodas e sobre um salto 12 ao mesmo tempo!

Marawa é de Melbourn, mas mora em Londres. Fez aulas de circo na Austrália quando adolescente e não tinha ideia do que queria pra sua carreira. Sua aparência exótica e talento incrível, hoje lhe rendem shows e performances dos mais variados, incluindo o seu maior orgulho, patinar ao lado de Olivia Newton John enquanto ela cantava Xanadu. ♥

Mas este não é o seu principal talento. Marawa é capaz de rodar 133 bambolês ao mesmo tempo e faz shows pelo mundo com tal apresentação. Participou até mesmo do Britain's Got Talent!

5 de ago. de 2013

Zhiganshina & Gazsi - dupla dinâmica

Não estou falando de Batman e Robin, mas sim de uma das duplas mais performáticas da atualidade.
A dupla que compete pela Alemanha, Nelli Zhiganshina e Alexandre Gazsi surpreendem a cada apresentação, pois são extremamente carismáticos e teatrais.

É puro entretenimento!

Zhiganshina e Gazsi ganharam bronze em seu primeiro Campeonato Alemão em 2006, a única competição da temporada. A temporada seguinte, conquistaram seu primeiro título nacional. Em preparação para a temporada 2011-2012 , Zhiganshina e Gazsi foram para Sofia , Bulgária, para trabalhar com o coreógrafo Maxim Staviski , com quem também trabalharam em anos anteriores. Eles começaram a temporada de com uma medalha de prata e ficaram em quarto em ambos os Grand Prix e no Skate America 2011.
Em entrevista recente, a dupla prometeu ainda mais inovação em suas apresentações.
As fotos falam por si só:




27 de jul. de 2013

Parabéns, Marcel Stüermer!


Hoje, 27/07, nosso campeão completa 28 anos.
Marcel começou a patinar aos 6 anos de idade em Lajeado-RS. Com apenas 9 anos estreou com vitória em âmbito nacional. Após anos de aperfeiçoamento no exterior (chegou a morar nos Estados Unidos) obteve conquistas nunca antes alcançadas por patinadores brasileiros e entrou para a história do esporte como o primeiro a subir em um pódio Mundial (bronze, Alemanha 2002) e a vencer os Jogos Pan-americanos (Sto Domingo 2003), título esse que seria renovado nas duas edições subseqüentes dos Jogos, tornando-o tricampeão Pan-americano (Rio 2007 e Guadalajara 2011). É o atual patinador número 2 do mundo (prata, Mundial da Nova Zelândia-2011) mora em Porto Alegre-RS e estuda Gestão de Marketing na ULBRA.

Mais fotos do Marcel, clique aqui

Site Oficial

9 de mai. de 2013

Overdose - Rebecca Tarlazzi

Rebecca Tarlazzi, italianinha de 13 anos, campeã mundial júnior 2012, ao lado de Alessandro Amadesi.










26 de mar. de 2013

Overdose - Isadora Williams

Eu sou fã da Isadora! Já disse isso várias vezes. Primeiro porque ela é a única menina mulher que representa o Brasil nas competições de patinação artística no gelo e segundo porque a jovenzinha tem talento!
Com apenas 16 anos de idade, mesmo sem apoio financeiro, ela papou uma medalha de bronze no ano passado, conforme publiquei aqui; mostrando a que veio.
Ultimamente, por ter ficado mais em evidência, ela tem recebido muitas críticas, dos invejosos desavisados brasileiros, que sempre tocam no assunto dela não ser brasileira (a mãe da Isadora é brasileira, viu?), e por estar competindo pela nossa bandeira somente por não ter tido a chance de entrar pra equipe americana. E se for isso? E daí?
Isso não tira o mérito da excelente atleta, dedicada e talentosa que ela é e o fato de ser a única moçoila com chances de levar o Brasil a uma olimpíada de inverno no ano que vem.



Parabéns Isadora pelo empenho, e boa sorte na repescagem em Setembro!

Twitter
Site Oficial

6 de mar. de 2013

Perfil - Grupo de Show Wheels on Fire

Formado em 2011, o grupo já conquistou o campeonato nacional e o vice-campeonato sul-americano, quinto no mundial de Brasília ano passado e o bronze em Auckland!

Quebrando a tradição Italiana na categoria Mini Grupos de Show, o Brasil trouxe uma medalha inédita.


Composto por atletas dos clubes gaúchos SGNH Sociedade Ginástica Novo Hamburgo (Novo Hamburgo), AGEP Associação Grupo Expressão de Patinação (Guaíba), e AABB-POA Associação Atlética Banco do Brasil Porto Alegre (Porto Alegre) é formado por: Amanda Daudt, Talitha Haas, Ariany Dornelles, Gabriela Bolognesi, Bruna Cunha, Marcelle Guimarães, Helena Terres, Lisandra Duarte, Rafaela Goi, Emily Rodrigues, Nicolle Goi, Júlia Balthazar e Júlia Zardo.

Infelizmente não tenho o vídeo da apresentação em Auckland, aliás quase ninguém tem, por motivos de direitos autorais e ''dinheirais'' financeiros :( mas segue uma belíssima apresentação da coreografia Energy.
O vídeo abaixo está ruim, mas é o que temos pra hoje...



E você patina em grupo?
Eu tento...mas como é difícil!

6 de fev. de 2013

Overdose - Botas

Um par de botas pra chamar de seu!



Nas fotos, SP-Teri e Mora Botas, ambas empresas de ponta no quesito botas customizadas para patinação.

25 de jan. de 2013

Perfil - Roberto Riva

Eu sou completamente apaixonada pela postura e leveza do Riva. A "facilidade" com que ele patina é linda demais de se ver.
Roberto Riva nasceu em Monza, na Itália em 1986. Começou a patinar aos 11 anos de idade. Riva é o primeiro atleta do mundo a ter ganho três títulos mundiais no mesmo ano, na categoria Sênior Masculino.
Números não faltam na carreira deste jovem atleta de 26 anos:
36 vezes campeão italiano, 21 vezes campeão europeu e 16 vezes campeão mundial nas categorias júnior e  sênior.

Eu não canso de assistir seus vídeos! A clareza e precisão dos seus saltos, motivam, não acham?
Degustem sem moderação:









Overdose - Kiira Korpi

Como prometido a Princesa do Gelo, na minha opinião a mais linda dentre todas as patinadoras da atualidade.


18 de jan. de 2013

Overdose - Marcel Stürmer

Resolvi criar esta nova tag pro blog, e claro que pra inaugurar, tinha que ser ele:



Calma meninos, a próxima será de uma super gata da patinação, prometo!!

Dê sugestões de Overdose, lá na página do Facebook!

10 de jan. de 2013

Ekaterina Gordeeva e Sergei Grinkov

Gordeeva e Grinkov ambos soviéticos, começaram cedo, por volta dos 5 anos de idade e já eram talentos natos. Começaram a praticar patinação artística no gelo em dupla, ela com 11 anos de idade e ele com 15.

Foram campeões olímpicos 2 vezes, campeões mundiais 4 vezes, e campeões europeus 3 vezes.
Se apaixonaram após os jogos olímpicos de 1988 e casaram-se em 1991.

Das 31 competições internacionais que participaram de nível Sênior, ficaram em 1o lugar 24 vezes e nunca ficaram fora do pódio, sempre levaram, ou ouro, ou prata.

São uma das poucas duplas da história a completar um levantamento com giro quádruplo em competição internacional. (vídeo a seguir - 0:40)



Fica aqui minha homenagem a esta dupla, que por acaso do destino, acabou em 1995 com a morte repentina de Sergei, por um ataque cardíaco fulminante, durante um treinamento para o Stars on Ice, ao lado de sua parceira e esposa Ekaterina. Um fim muito triste pra um atleta tão talentoso, sem dúvida uma grande perda no esporte mundial.

18 de dez. de 2012

Perfil - Kevin Alves

Kevin Bettencourt Alves nasceu em 1991, em Toronto, Canadá, e é naturalizado brasileiro. É um dos únicos brasileiros a competir na patinação artística no gelo, junto com a brasileira Isadora Williams e de Luiz Manella.

Kevin começou na patinação artística no gelo um mês antes de completar sete anos de idade e atualmente já viajou por 12 países diferentes para competir internacionalmente na modalidade Júnior e Sênior.
Embora Kevin seja modelo e ator de alguns comerciais, desde os 12 anos, ele colocou sua carreira de ator em espera ao longo de sua adolescência para se concentrar em realizar seu objetivo de ser um patinador internacional.
Com 19 anos, ele finalmente voltou a atuar, começando a treinar na Armstrong Acting Studios. Ele já trabalhou como ator em projetos como Family's Channel's Wat's Up Wharthogs!, Warehouse 13.
Sabe o que mais? Ele canta! Veja alguns vídeos no canal oficial de Kevin no Youtube.

Twitter: @TheKevinAlves
Facebook

As aulas GRATUITAS de patinação em Santo André estão de volta

Se liga quem voltou — e voltou daquele jeito! As aulas de patinação estão de volta em Santo André, lá no CESA Vila Floresta, e a melhor pa...